Blog by Dani

quinta-feira, março 27, 2008

Fim do BBB

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Rafinha Carvalho vence o BBB 8 com 50,15% dos votos.
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Pelo menos, para algumas poucas coisas, ainda há justiça nesse mundo.

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domingo, março 16, 2008

A múmia

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Dizem que 'de médico e louco, todo mundo tem um pouco'. Pois eu me arrisco a dizer que o pseudopsiquiatra Marcelo, do BBB 8, tem muito mais de louco do que de médico. Basta lembrar que ele conseguiu perturbar todos os participantes, a partir da briga que teve com o eliminado Fernando. Aquela discussão foi o estopim para uma série de 'pitis' esquisitíssimos protagonizados pelo celerado mineiro, que desatou a querer analisar os colegas de confinamento, aproveitando para alfinetá-los de forma desrespeitosa. Nem mesmo a 'cajuína deitada' foi poupada dos surtos de Marcelo, que insinuou que Gyselle havia se prostituído na Europa. O fato é que a loucura dele contaminava as relações na casa e mantinha um clima tenso entre todos.
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Também não entendi aquela história de ele 'estar vivendo um momento heterossexual' - ele, que já havia se revelado homossexual e que, recentemente, já se declarava bissexual.
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Bom, mas isso tudo foi antes de ele ser eliminado com 71% dos votos. Deu para perceber a alma leve dos sobreviventes na casa, com exceção da piauiense, que tornou-se ainda mais soturna do que antes, dando respostas arrevesadas aos outros participantes, quando convidada a participar com eles em alguma atividade. Isso quando está em pé, coisa que só se vê em festas. No restante do tempo, a mocoronga fica lá estirada no sofá, na cama, no futton...
Quase não abre a boca para dizer nada, não interage com os outros. Gyselle é uma múmia que Marcelo deixou de lembrança e que, de uma certa forma, ainda azeda um pouco o clima entre os brothers.
Não vou me conformar se ela faturar esse milhão apenas pela manipulação das edições do programa. O que, aliás, é bem capaz de acontecer.

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sexta-feira, fevereiro 29, 2008

10 perguntas sobre o BBB 8

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O programa é repetitivo, sem novidades. Só mostra gente falsa, feia, burra, chata e fútil. Mas vicia que é um inferno, e faz a gente acompanhar toda essa inutilidade como se fosse uma novela (novelas, aliás, são igualmente inúteis).
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Assistindo à edição atual, surgiram algumas questões:
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1) Por que Marcelo conversa dando consulta e ainda revira os olhos daquele jeito?
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2) Por que Gyselle passa a maior parte do tempo deitada, não opina sobre nada e ainda se faz de muito burra? (isso pra mim já é songa-monguice)
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3) Por que Tathiana é tão estranha, histérica e ainda parece esconder alguma coisa?
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4) Como é que Marcos pode não perceber a falta de empolgação de Tathiana com ele?
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5) O que deu no eliminado Fernando para achar que ainda podia se casar com uma cachorra descarada como Natália?
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6) Como o emo Rafinha pode ser tão sonso?
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7) Será que Thalita já fez plástica no rosto?
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8) O que o quase-médico Rafael Galego foi fazer naquela casa?
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9) Por que Juliana demorou tanto para soltar a franga?
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10) Por que eu ainda vejo essa porcaria de programa?
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terça-feira, outubro 02, 2007

Quero um dry martini

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Sou do tipo que fica órfã de novela boa. Quando é ruim, deixo de ver vários capítulos e torço para acabar logo. Mas quando a história é bacana, gostaria que pudesse durar mais de um ano. Estou órfã de Paraíso Tropical. Mas neste horário agora só passa Duas Caras, que, pelo que pude constatar, começou com uma certa rejeição por parte do público. Aquilo é uma mistura de Senhora do Destino, Cobras e Lagartos e Carga Pesada.
Pelo visto, não fui só eu que torci o nariz para o folhetim substituto. Achei meio tosco, com falas repetitivas (em menos de 6 minutos, os personagens repetiram quatro vezes a expressão “de uma vez por todas”!). Marjorie Estiano é chata de doer, Letícia Spiller foi uma ótima paquita e já vi Caco Ciocler em momentos melhores. Será que eu agüento, gente?
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. Meu dry martini, por favor. Com aquele gim turbinado.

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quinta-feira, setembro 27, 2007

Quem matou? Quem envenenou?

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O assunto do momento é "quem matou Taís?", e todo mundo está fazendo suas apostas. A verdade é que o autor pode até dizer que foi a Úrsula e inventar o motivo na hora. Mas eu também tenho o meu palpite.
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Minha teoria é a de que o assassinato da Alessandra-Negrini-versão-2.0 nada tem a ver com os tais envenenamentos. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa, como dizia o outro.
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Para mim, quem matou Taís foi a Alice, a prima do Jorginho Guinle em segundo grau. Motivos, até poderia ter. O que me intriga é que ela, mimada e voluntariosa, tenha perdoado tão rapidamente aquela mancada antológica do noivo mau-caráter. Ela não ia deixar aquilo barato! Pode ter matado a Taís para complicá-lo. Teve também a história de ela ter visto a Taís-se-fazendo-de-Paula subir à suíte do hotel para conversar com Malwagner Moura e ficou com a pulga atrás da orelha, porque a irmã má demorou muito lá em cima. Antes disso, ela viu quando o cara recebeu uma ligação da falsa Paula.
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Já os envenenamentos, aposto no Olavo. Ele pode perfeitamente ter mandado aquele gim turbinado para a casa da mãe, porque assim ele mataria dois coelhos com uma "caixa d'água" só: o irmão bastardinho e a mãe desnaturada, já que os dois viviam mamando naquela garrafa.
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Depois eliminou o Lutero, para não precisar se casar com a prima-do-Jorginho-Guinle e tentou matar o Antenor para entrar logo na bufunfa do cara junto com a Francisbel.
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Só de uma coisa tenho certeza: o mandante de todos esses crimes foi Gilberto Braga.
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segunda-feira, junho 04, 2007

Missigura!!!

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Ontem, enquanto eu zapeava pelos canais, peguei o finalzinho de uma entrevista da miss-Brasil-quase-miss-Universo Natália Guimarães no programa do João Dória. A moça esbanjou simpatia e aquela "fofurice" inerente às misses, enquanto contava seus planos para o resto do ano, já que a japonesa usurpou-lhe o título de mais bonita do cosmos.
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Demorei para comentar o resultado do concurso porque demorei a acreditar nele, pensei que fosse alguma pegadinha do Faustão no México. Como eu, centenas de brasileiros devem ter jurado estar no papo a vitória da mineira. Assim como devem ter ficado passados quando a bonitinha de quimono açambarcou a faixa. Foi como se alguém tivesse dado a vitória a Sérgio Lorosa na Dança dos Famosos: uma injustiça inominável!
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Não sei se perceberam, mas dentre as integrantes do quinteto final, a única que apresentava um derrière significativo era justamente a miss brasileira. As outras, de corpinho seco, não tinham a menor graça. E o tombaço que a Miss EUA levou? E sem amortecimento!
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E agora, Natália, querendo demonstrar sua firmeza de caráter, aparece dizendo em tudo quanto é lugar que a vitória da outra foi justa. Justa é o escambáu! Onde já se viu, chegar nas barbas do prêmio e, no último segundo, ver a faixa ser entregue à concorrente ao lado? Absurdo, né mess?
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Com a intenção de assistir ao terceiro Piratas do Caribe (No Fim do Mundo, em cartaz nos cinemas), fui "obrigada" a ver o segundo filme, sem o qual eu não entenderia a seqüência. E, naturalmente, só peguei o segundo porque já havia assistido o primeiro, sem o qual eu também poderia não sacar bulhufas de várias alusões feitas ao primeiro no segundo.Os efeitos especiais são interessantes, e os vilões de Piratas do Caribe - O Baú da Morte me lembraram as pinturas de Giuseppe Arcimboldo, pintor italiano sobre o qual já falei aqui no blog.

Johnny Deep parece muito à vontade com seu personagem, o pirata trapalhão Jack Sparrow, que ele não esconde de ninguém que adorou fazer. A história e os trejeitos dos personagens são de um filme infantil, bem "sessão da tarde".

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Aproveitei também para ver A Grande Família - O Filme. Achei bom, mas só isso. Nada mais é do que um episódio alongado de quinta-feira, com umas passagens à la Efeito Borboleta. Diverte, mas não há nada de novo. Nadinha, nadinha. Hum... talvez só o Paulo Betti.






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