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Dizem que 'de médico e louco, todo mundo tem um pouco'. Pois eu me arrisco a dizer que o pseudopsiquiatra Marcelo, do BBB 8, tem muito mais de louco do que de médico. Basta lembrar que ele conseguiu perturbar todos os participantes, a partir da briga que teve com o eliminado Fernando. Aquela discussão foi o estopim para uma série de 'pitis' esquisitíssimos protagonizados pelo celerado mineiro, que desatou a querer analisar os colegas de confinamento, aproveitando para alfinetá-los de forma desrespeitosa. Nem mesmo a 'cajuína deitada' foi poupada dos surtos de Marcelo, que insinuou que Gyselle havia se prostituído na Europa. O fato é que a loucura dele contaminava as relações na casa e mantinha um clima tenso entre todos.
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.Também não entendi aquela história de ele 'estar vivendo um momento heterossexual' - ele, que já havia se revelado homossexual e que, recentemente, já se declarava bissexual.
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Bom, mas isso tudo foi antes de ele ser eliminado com 71% dos votos. Deu para perceber a alma leve dos sobreviventes na casa, com exceção da piauiense, que tornou-se ainda mais soturna do que antes, dando respostas arrevesadas aos outros participantes, quando convidada a participar com eles em alguma atividade. Isso quando está em pé, coisa que só se vê em festas. No restante do tempo, a mocoronga fica lá estirada no sofá, na cama, no futton...
Quase não abre a boca para dizer nada, não interage com os outros. Gyselle é uma múmia que Marcelo deixou de lembrança e que, de uma certa forma, ainda azeda um pouco o clima entre os brothers.
Não vou me conformar se ela faturar esse milhão apenas pela manipulação das edições do programa. O que, aliás, é bem capaz de acontecer.