Se todos fossem iguais a você
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No último dia 25, um grande nome da música brasileira teria feito 80 anos. Infelizmente, já se vão quase 13 anos que esta importante figura nos deixou órfãos de sua indiscutível genialidade.
Estou falando, é claro, do nosso maestro Antonio Carlos Jobim, o pai da Bossa Nova e autor de emblemáticas composições. Nutro por ele uma imensa admiração - muitas de suas músicas me sensibilizam profundamente - e não poderia deixar de render-lhe esta singela homenagem.
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Carioca da Tijuca, Tom era cantor, compositor, tocava piano, violão, flauta e revelava-se um completo apaixonado pelo Rio de Janeiro, cidade que tornou-se sua maior fonte de inspiração para diversas canções; pode-se dizer que a Bossa Nova é o Rio musicalizado, sua trilha sonora mais legítima.
Se hoje a música brasileira é conhecida e reverenciada no exterior, devemos principalmente a Tom Jobim e sua inusitada mistura de samba e jazz. Copacabana e Ipanema tornaram-se bairros mundialmente conhecidos nas letras do novo ritmo, e todos queriam regravar as canções da bossa carioca.
A ausência do grande mestre certamente nos entristece a todos e, sem dúvida, empobrece dramaticamente nosso cenário musical, que atualmente sofre de uma incrível carência de verdadeiros talentos. Tom é insubstituível e inigualável, e seu legado musical será sempre o maior e mais emocionante presente que um artista poderia deixar para seu povo e seu país.
Tom Jobim foi daquelas pessoas que não vieram ao mundo à toa, muito pelo contrário. Ele veio para eternizar sua passagem por nossas vidas, deixando-nos essa inesquecível obra, que era sua arte maior: sua música.
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PARA SABER MAIS
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Não deixem de visitar o Clube do Tom e o site oficial Antonio Carlos Jobim, dois sites bem bacanas, nos quais é possível encontrar muitas informações, várias fotos e também ouvir muita música boa!
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